Roupa de trabalho pode ser tãão mais legal do que geralmente é. Acredito que o poder estar nos acessórios. Uma bolsa colorida ou um sapato poderoso muda tudo! Confesso que eu também acabo ficando com preguiça ou com pressa e acabo saindo muitas vezes (quase sempre) com minha sapatilha ultra confortável preta e com a minha bolsa cabe-tudo preta. Mesmo assim eu acho legal que numa segunda-feira chata ou naquela sexta-feira que promete a gente acorde mais cedo (ou deite mais tarde), abra o armário e escolha aquela bolsa diferente, ou qualquer outro acessório que você ame e sinta-se bem para acrescentar ao look ! Garanto que o dia pode ficar um pouquinho mais feliz e único.
No Rio Innovation Week 2025, muitas palestras abordaram o tema do luxo contemporâneo e como ele deixou de estar ligado apenas a possuir peças caras, roupas com logos aparentes e passou a ter uma narrativa mais ligada a viver experiências e criar conexões. Ao ouvir as palestras, me lembrei do TCC que escrevi em 2007 no meu curso de Administração, sobre branding sensorial, um termo que, na época, não era muito usado. (eu perdi o conteúdo do meu projeto e isso me entristece até hoje kkkry). Branding sensorial, resumidamente, utiliza os 5 sentidos (visão, som, tato, olfato e paladar) para criar conexões emocionais da marca com os clientes. Esses estímulos influenciam nossa percepção de valor, julgamento e comportamento de compra. No varejo, isso já é usado há anos para atrair clientes, como playlists personalizadas e assinaturas olfativas (no meu TCC eu estudei a Osklen, que foi pioneira nessa abordagem), mas no luxo, o branding sensorial ganha ainda mais uma dimensão: não só encanta, mas...

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