segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Fim de férias e pensamento solto sobre educação e comportamento

As minhas férias estão chegando ao fim (buáááá) e eu estou entrando naquela fase onde paramos para avaliar a vida... essa coisa boa que o final do ano nos proporciona. Delícia demais saber que tudo tem um recomeço, né?!
Aproveitando esse momento reflexivo, resolvi colocar aqui um texto que a minha amiga Luciane Barros (thanks Lu!!!) me mandou pelo Facebook há um tempo e que eu achei demais! Fala sobre uma das coisas que eu mais fiquei incomodada este ano: a falta de educação de algumas pessoas e a distorção da palavra elegância.
Achei o texto show de bola, bem no clima daquela frase famosinha "roupa cara não esconde educação barata".

Aproveitem!

"A Elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples ‘obrigado’ diante de uma gentileza. 
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza.
Atitudes gentis falam mais que mil imagens… Abrir a porta para alguém é muito elegante…
Dar o lugar para alguém sentar é muito elegante…Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma…
Oferecer ajuda é muito elegante…
Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante…
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura. "


Sensacional!

Um comentário:

  1. Chique demais. A simplicidade é que torna tudo elegante. É isso mesmo, Ju. Adorei,

    Ana Paula.

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